20 de fevereiro de 2017

"G", de Gaudí - O Arquiteto de Deus

Nascido na cidade de Barcelona em 25 de junho de 1852, Antoni Placid Gaudí i Cornet, é um dos mais conhecidos arquitetos do modernismo catalão. Autor de uma assinatura única, Gaudí não abria mão das ideias surrealistas. Com a ajuda de artesãos, ferreiros, ceramistas, pedreiros e carpinteiros, foi responsável por uma série de obras espetaculares. Eram curvas, arcos, abóbadas, colunas e torreões que pareciam imitar o movimento dos corpos. Eram exemplares da Arquitetura Orgânica que impressionou o mundo.

INSPIRAÇÃO NA ARQUITETURA
Baseada na observação da Natureza, a arquitetura orgânica foi uma escola que se desenvolveu ao redor de todo o mundo, influenciada pelas ideias do arquiteto finlandês Alvar Alto na primeira metade do século XX. Esse conceito de concepção estética já havia encantado Leonardo da Vinci, no século XV quando este representou o homem geometricamente distribuído no interior de uma estrela de cinco pontas.

Aliás, na Antiguidade era comum buscar inspiração no desenho anatômico dos corpos. A sofisticada estrutura do esqueleto - um conjunto de 206 ossos - atraía a curiosidade dos primeiros arquitetos por considerarem o corpo uma criação artística da alma e do espírito que o habitam.




A arquitetura gótica, do século XII, por exemplo, era inspirada no entrelaçamento das costelas unidas formam uma caixa que abriga o coração e os pulmões. Do mesmo modo, que as abobadas das primeiras igrejas cristãs, do século III, foram inspiradas nas formas côncavas dos crânios e aos arcos das criptas romanescas do século III. E as pernas que serviram como modelos de colunas aos cretenses do período de 2500 a 1200 antes de Cristo.

Fascinado por essa possibilidade, Gaudí também inseriu nas fachadas de suas construções a beleza e a estabilidade do esqueleto humano. Tudo era estudado exaustivamente por ele. O mestre via nos ossos do esqueleto uma estrutura perfeita para resolver problemas de sustentação, firmeza e ainda conferir uma estética diferenciada aos objetos. Um simples fêmur - o maior osso da perna - tinha a forma e a rotação perfeita para decorar as fachadas da Casa Batlló, em Barcelona. Assim como o conjunto de sacadas, inspiradas livremente na bacia óssea. O resultado pode ser conferido clicando na imagem abaixo.

A LINHA RETA SIMBOLIZA O HOMEM, AS CURVAS, O REFLEXO DE DEUS
Mais do que um fenômeno artístico, as obras de Gaudí também representavam um manifesto cultural. No início dos anos 1900, Barcelona se mostrava efervescente com as frequente visitas de intelectuais, filósofos, pintores e poetas. Era esse clima politizado abastecia a cultura catalã, que mantinha laços mais estreitos com Paris do que com Madri. Foi o período chamado de Reinaxença, um manifesto que alimentado pelo sentimento crítico sobre a arte em geral, sobre a política e a fé. Orbitando esses movimentos estavam duas conhecidas confrarias secretas: os rosacruzes e a Maçonaria.

GAUDÍ ERA OU NÃO ERA MAÇOM?


Essa dúvida atormenta os pesquisadores. Afinal, Gaudí era ou não maçom? Bem, quem observar com olhos atentos a Catedral da Sagrada Família, sua obra inacabada, ou o deslumbrante Parque Güell, descobrirá vários símbolos esotéricos que poderão servir de pista: lá estão as cavernas, as escadas em caracol, os dragões, a serpente e o galo. E também se deparará com o curioso Quadrado Mágico, cuja soma em todos os sentidos resulta 33 - o último Grau Maçônico (veja a imagem abaixo, à direita). A porta de metal da Fachada da Paixão exibe um intricado pot-pourri de símbolos, tanto católicos - como o peixe, a senha dos primeiros cristãos - como maçônicos.

Mas mesmo sem provas documentais de sua filiação, a maioria dos biógrafos afirma que Gaudí era Maçom. Apesar de ser católico, nada o impediria de frequentar outros segmentos religiosos que alimentasse o seu universo mágico. Principalmente tendo ele uma cabeça tão independente.

RUÍNAS NOS NEGÓCIOS
Apesar do conjunto da obra, Gaudí não se tornou milionário. Quem hoje visita o fascinante Parque Güell nem imagina que aquele lugar foi antes palco de um desastroso empreendimento comercial, que o empresário e político catalão Eusebi Güell, seu principal patrocinador, propôs, em 1900. A falência de Gaudí adveio após a construção de uma vila residencial: apenas três das 60 casas projetadas foram construídas.

Antoni Gaudí morreu atropelado por um bonde, aos 74 anos. Dizem que as pessoas que presenciaram o acidente recusaram socorro "porque pensavam tratar-se de um mendigo". Nos últimos anos de sua vida, Gaudí estava depressivo e evitava circular publicamente pela cidade. O seu corpo está enterrado na cripta do Templo Expiatório da Sagrada Família, um dos principais cartões postais da Espanha. A obra, iniciada em 1882, permanece inacabada até hoje: apenas oito das dezoito torres previstas pelo arquiteto foram terminadas e, segundo as autoridades, o monumento deverá ficar pronto somente em 2030.

No ano 2000, o Vaticano autorizou um processo de beatificação de Antoni Gaudí - o grande arquiteto de Deus. 


Os artigos abaixo citam e possuem a MAÇONARIA como tema:
AMBIÇÃO
AMaçonaria a define como uma batalha que o homem trava internamente antes de chegar ao estado de equilíbrio.
SAINT GERMAIN
Ele se dizia maçom, frequentava algumas Lojas, mas nem os sinais secretos sabia fazer.
O ENIGMA DO OITO
A Maçonaria é o personagem principal nesse misterioso e brilhante romance policial.


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Pryom PRYOM é Numerólogo, Médium Espiritualista e Filho de Xangô. Se quiser saber mais, clique aqui. Se gostou do blog assine para receber os próximos artigos.

20 de janeiro de 2017

E você? Mudou para melhor?

Dizem que quanto mais velhos ficamos, mais difícil é mudar de opinião, de comportamento ou até de rever conceitos que antes acreditávamos certos. Será mesmo? As pessoas que acreditam nisso acabam sofrendo do conhecido Complexo de Gabriela e costumam repetir, sem querer, os versos que Dorival Caymmi imortalizou na canção chamada Modinha para Gabriela: "Eu nasci assim. Eu cresci assim e sou mesmo sim. Vou ser sempre assim Gabriela, sempre Gabriela"! Infelizmente esse comportamento costuma fazer parte da vida das pessoas que se alimentam de rezingas e que teimam mudar ou perceber que a vida possui os seus ciclos de renovação e crescimento.

O psicanalista Luiz Alberto Py assegura que sempre haverá uma oportunidade para aprimorar ou modificar alguma coisa no nosso comportamento, mesmo que seja um pequeno detalhe. Segundo ele, o tempo muda e sempre nos oferecerá momentos para olhar com mais atenção às coisas que ainda desconhecíamos em nós mesmos.

Essa afirmação é baseada em várias pesquisas sobre o comportamento de pessoas entre 21 e 60 anos de idade. Para os psicólogos, as transformações acontecem especificamente após os 30 anos, quando decorre uma transformação natural da vida. É justamente nessa faixa de idade que surge o momento da escolha da carreira profissional, a decisão sobre a união conjugal e a maternidade/paternidade.

METAMORFOSE AMBULANTE


Felizmente, crescer ou amadurecer não são sinônimos de enrijecimento. A personalidade humana não está condenada a ser como o tronco de uma árvore e nem se deve dar razão ao provérbio popular que afirma que pau que nasce torto, nunca se endireita. A personalidade não é condenada à cristalização e todos nós tendemos a continuar se desenvolvendo. Para melhor.

Na Antiguidade, afirmava-se que os sete planetas (Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Sol e Lua) eram encarregados de orientar o homem acerca do Tempo. Os astrólogos dividiam a vida em períodos de 7 anos, pois acreditavam que essa divisão matemática modificaria o destino e a personalidade humana (leia mais sobre isso). Assim como as estações marcavam o ritmo da Terra, a cada sete anos se iniciam novos ciclos de renovação que em seu bojo trazia desafios que possibilitam aceitar o passado, viver o presente e planejar o futuro.

Como na música de Raul Seixas, é preferível ser uma metamorfose ambulante a ter uma opinião fixa sobre tudo. É lógico que é bastante difícil mudar. A sociedade é sustentada por padrões de comportamento e exige de todos nós coerência de atitudes; mas nada impede que haja uma renovação ou reavaliação de conceitos que antes se considerava certos.


As mudanças de personalidade envolvem geralmente a capacidade de refletir sobre quem somos e o que queremos ser. É isso ocorre por volta dos 30 e 35 anos de idade, quando percebemos que dar murros em ponta de faca não leva a lugar algum. É nesse período que entramos em desespero ao imaginar que perdemos o rumo das coisas: surge a falta de paciência, ficamos intolerantes. É nessa fase que tentamos buscar desesperadamente no outro a complementação de nossas faltas. Essas mudanças de temperamento dependerão da nossa maneira de pensar, herdadas na infância (leia mais sobre isso). Trata-se de um grande exercício de percepção. É preciso entrar em contato com o passado e abrir espaço para o futuro.

DIZ O MESTRE:
George Gurdjieff acreditava que o homem somente conseguiria mudar internamente se desenvolvesse a capacidade de reavaliar tudo o que aprendeu ao longo da vida. Como as mudanças dependem da maneira de pensar, devemos dar sempre uma pausa na rigidez (leia mais sobre isso). Se quisermos resultados diferentes para os nossos sonhos, façamos sempre algo diferente. Que tal trabalhar com leveza para fazer esses ajustes? Não importa quanto tempo leve. Tudo deve ser feito em etapas.

Quando pressentimos que chegou a hora de mudar, devemos imaginar a vida como um filme em DVD mostrando nossas quedas e tropeços até aquele momento. É lógico que, à medida que o tempo passa, nossa impaciência tende a crescer. Mas, ao mesmo tempo, as experiências nos dão meios de superar esses erros e encontrar o caminho que nos permite seguir em frente. Assista a esse filme na sua tela mental. Mas tome bastante cuidado: se continuar assistindo somente o filme com as derrotas, você ficará paralisado. Se assistir o filme sobre as experiências, você terminará se julgando mais sábio do que realmente é.

Precisamos dos dois filmes.


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Pryom PRYOM é Numerólogo, Médium Espiritualista e Filho de Xangô. Se quiser saber mais, clique aqui. Se gostou do blog assine para receber os próximos artigos.

4 de dezembro de 2016

Oxum - O Orixá Regente de 2017

Há uma cena no filme chamado "Voyage of Time", em que o Homo sapiens vê pela primeira vez sua imagem refletida num rio de águas agitadas. Como se depara com um rosto distorcido no espelho d'água, ao invés de admirar, como Narciso, ele se assusta. Assim como o homem primitivo retratado no filme, vários outros personagens - infantis ou mitológicos - também se espantaram, foram capturados ou seduzidos por um espelho (specullu, em latim). O filme de Terrence Malick é um belo exercício metafórico para podermos entender as previsões que Oxum trará para 2017. 

ESPELHO, ESPELHO MEU!

É engraçado como desde crianças adoramos nos ver refletidos. Bem antes do fascínio das imagens, a especulação era o ato de observar os movimentos das estrelas. Como as estrelas espalhavam a beleza luminosa no firmamento, logo os homens caíram na tentação de roubar delas a luz. Não é a toa que esboçamos um sorriso diante dos espelhos. Somos brilhantes como as estrelas, confiantes e belos - daí a autoestima. Os grandes artistas da pintura sempre buscaram a imortalidade e o brilho através do autorretrato. Hoje, no tempo dos selfies, o autorretrato é um dos exercícios favoritos dos anônimos. A tecnologia transformou a maneira de contemplar o nosso próprio reflexo: basta estendermos o braço com o celular na mão, fazer uma careta e compartilhar a imagem com o maior número de pessoas possível. Esse é com certeza um exercício lúdico e narcisista que tenta desesperadamente alimentar o ego. 

Para muitos, a beleza uma questão de ponto de vista. Dizem os psicólogos, que os espelhos designam o aspecto obscuro das coisas: imagem e reflexo são inseparáveis e o ritmo do mundo é o ritmo dessa alternância. Os espelhos mostram a causa dos atos passados e sempre foram identificados como objetos mágicos que servem para interrogar a si mesmo. A face que projetamos nele será sempre o resultado daquilo que somos internamente. E isso nos aterroriza.


É fato que para os Orixás, os conceitos de perfeição e beleza não se enquadram nos padrões como nós percebemos. Os Orixás são forças naturais que agem - não somente na Natureza - mas inclusive na nossa psique. Todos os defeitos que temos são também comuns a eles. A única diferença é que os Orixás são dotados de Sabedoria, Força e Beleza - daí o significado diferenciado, fascinante e equivocado que alimenta o ego daqueles que dizem ser seus "filhos". Muitos ignoram essa interpretação, mas os alguidares que servem de intercambio com essas Forças são caldeirões ativos onde se misturam texturas, sabores, e aromas. Ali se misturam, também, atitudes muito humanas como o ciúme, o despeito, a angústia, o egoísmo, o narcisismo e a ausência de autoestima.

Ninguém duvida, por exemplo, que as cachoeiras são belas obras naturais. Entretanto, poucos percebem que as cachoeiras - o domínio de Oxum - são rios verticais, que despencam no vazio, se arrebentam nas pedras para logo à frente se ajustarem num novo ritmo. CAIR na natureza é uma questão gravitacional. A "beleza da queda" é um mero ponto de vista. Mas na vida ninguém quer - literalmente - "cair". Na vida a "queda" é a pior das experiências.


OXUM REINARÁ ABSOLUTA EM 2017?

Associada à beleza, Oxum é comumente lembrada como uma mulher sedutora e vaidosa que costuma mirar seu espelho - o abebê. Oxum reflete não apenas o seu gosto refinado, mas principalmente tudo que lhe é caro e luxuoso. Criado exclusivamente para alimentar o seu ego, o abebê cintila como a superfície das águas doces, e todas as perguntas que Oxum costuma fazer se inscrevem pelo seu reflexo.

Entretanto, em 2017 ela não se apresentará normalmente como a conhecemos. Diferentemente dos outros anos, Oxum surgirá velha, rancorosa, autoritária e desprovida de maquiagens. Por isso, é descartada a influência de algum outro Orixá compartilhando o comando de 2017. Para todos eles, existem diversas qualidades que influenciam, de alguma maneira sua atuação. No caso de Oxum, o que se percebe é a força, o fluxo e a densidade das águas e - inclusive - a profundidade do rio. Desta forma, ela personificará uma rainha que viveu o auge da juventude que ressente o passado, lamenta o presente e teme as incertezas do futuro. 

OXUM ATRAVÉS DO ESPELHO


Todos sabem que a autoestima é a fonte de nossa segurança para enfrentar os problemas diários. A promessa de poder, amor, riqueza e status social é uma forma de sedução que age o tempo todo em nossa cultura, principalmente na publicidade. Por isso, a autoestima estará sempre associada ao sucesso afetivo e profissional.  

Há muito vivemos um tempo sem memória, um passado que não se cristaliza e um amanhecer que parece não ter futuro. Diariamente nos defrontamos com o lado escuro da natureza humana. Sempre que abrimos os jornais, ligamos a tevê ou ouvimos o noticiário o efeito repulsivo do espelho nos aterroriza. Somos, ao mesmo tempo, repelidos e atraídos pelo caos. A polarização que o homem experimenta atualmente ajuda a explicar a representação simbólica daquilo que se encontra do outro lado do espelho. Somos o tempo todo impulsionados para o mal; somos o tempo todo desencorajados nas tomadas de decisões. Somos proibidos de ousar. Como o Homo sapiens que se assustou com sua imagem tremulante, o homem moderno ainda se assustará com as coisas que ele desconhece sobre si mesmo.

É muito importante lembrar que ao Elemento Água é atribuído o poder da renovação das energias física e emocional. Oxum vai oferecer determinação para romper todas as dificuldades, pois a água - visto pelo aspecto ocultista - representa a MOTIVA-AÇÃO do inconsciente. O único problema será para aqueles agirem dominados pelo reflexo: serão críticos implacáveis e culparão os outros por suas próprias faltas. Vem daí o rancor de uma Oxum exigente e muito mal-humorada que seremos obrigados a compreender. Veja as previsões de 2017 clicando aqui.  


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Pryom PRYOM é Numerólogo, Médium Espiritualista e Filho de Xangô. Se quiser saber mais, clique aqui. Se gostou do blog assine para receber os próximos artigos.

12 de novembro de 2016

A Numerologia e o Ano Pessoal

O QUE O ANO UNIVERSAL 1 NOS RESERVA?

Kafka dizia, que na luta entre o homem e o mundo, devemos apoiar o mundo. O aforismo pode lhe parecer estranho, mas numa época de exacerbações, críticas e divergências de opiniões esse pensamento significa, entre muitas interpretações, que devemos apoiar não aquilo que nos diz respeito, mas aquilo que diz respeito ao próximo. O grande exercício que o homem fará neste novo Ciclo é perceber o Universo como um Todo, pois aquele que continuar alimentando os seus próprios interesses estará fora de sincronia com o mundo. Essa é mensagem que os Números trazem.

Seja qual for o seu Ano Pessoal, numerologicamente o Ano Universal 1 simbolizará o recomeço. Ele é um ponto que se transformará em uma reta; e como tudo no Universo gira em torno de si mesmo, retornaremos ao ponto de partida. Poderemos ter certamente a estranha sensação de rever um espetáculo tosco e mal produzido. E é desse pequeno "ponto", perdido no espaço, que devemos entender o aforismo kafkiano do início desse artigo.

A VIBRAÇÃO DO ANO UNIVERSAL 1

                    
Objetivamente, o que significa o Ano Universal !? Bem, vejamos esses dois exemplos. Pela sua verticalidade, o Número 1 pode ser comparado simbolicamente a um foguete. À bordo deste, podemos avistar os Astros, as Estrelas e os novos mundos. Mas, apesar do arrojo tecnológico, os foguetes tendem a nos arremeter ao vazio, à solidão do espaço, e dele, somente nos resta calcular as distâncias e organizar os controles de segurança instalados no imenso painel iluminado chamado "Coração".

Pela verticalidade, o Número 1 também pode ser comparado a um periscópio (repare na imagem que escolhi para ilustrar esse artigo). Ele pode observar com suas lentes potentes tudo à distância. Os periscópios são os olhos de quem controla os submarinos; são olhos que observam atentamente a descida e ascensão. Ora, somos todos submarinos imersos em águas revoltas! É preciso saber emergir e continuar firmes rumo ao cais. Em segurança.

Você deve estar pensando: Pryom, por que você procurou dar exemplos tão subjetivos?

Acalme-se. Uma característica perigosa do número Um é a precipitação. Se você mantiver o cuidado de compreender as entrelinhas, entenderá porque citei esses dois exemplos. O Ano Universal 1 é excelente para darmos início a qualquer coisa, desde que compreendamos a dinâmica dos foguetes e dos submarinos. Ambos possuem uma estrutura sólida, robusta e tecnologicamente preparada para viagens difíceis. O Ano Universal Um nos revela que para conseguirmos viajar para bem longe será necessário entender como se comportam os Elementos Ar e Água: tanto um astronauta, quanto um submarinista sabem muito bem como suportar a pressão desses dois elementos e as possíveis dificuldades que envolvem uma viagem turbulenta. Basta-lhes uma precipitação e tudo nos levará ao fracasso.

O Ano Universal Um exigirá coragem, atitude - e principalmente de criatividade. Basta lembrar que estamos todos navegando uma rota difícil e complicada. Portanto, deve-se refletir sobre todos os erros e reconhecer que eles foram provocados pela desorganização, indecisões e pela nossa instabilidade emocional. Portanto guarde bem esses conselhos:

1) Não alimente a negatividade: se estiver consciente que gravita num universo tendencioso ou que permanece à deriva entre o desânimo, a impaciência e o medo - você poderá promover uma significativa mudança em sua vida;

2) Na contramão dos "compartilhamentos de ideias", procure não se expor: as críticas e as opiniões devem ser aceitas apenas como direcionamento. As críticas destrutivas, devem ser descartadas;

3) Identifique, elimine e substitua aquilo que não seja relevante: algumas posturas serão necessárias para que você possa reencontrar a luz no final do túnel ou tentar criar uma aura de harmonia. Afinal, compreendendo o aforismo kafkiano do início desse artigo, não devemos lutar contra o mundo e sim procurar entendê-lo como um processo. O mundo acabou de se nivelar.

Para concluir, lembre-se que, pela verticalidade o Número 1 também pode ser comparado a um poste. Mas utilizar essa conotação seria deveras infeliz para alguém que deseja algo bem maior em 2017.

Leia também as previsões de Oxum para 2017. Clique aqui.

CONSULTE A VIBRAÇÃO DO SEU ANO PESSOAL
Além de receber a influência do Ano Universal, todos recebemos as vibrações do Ano Pessoal. Eles variam de pessoa para pessoa, pois são calculados de acordo com a data de nascimento. O número do Ano Pessoal fornece orientações sobre as atividades que deverão ser desenvolvidas e/ou poderão acontecer na vida de cada um. Deste modo, você poderá compreender porquê há tanta diferença entre o que ocorre em sua vida e nas vidas das pessoas que nos cercam.


Para achar o número do Ano Pessoal, você deverá, em primeiro lugar, calcular o número universal, ou seja, aquele que rege o ano no nosso planeta. Nesse caso, o ano será 2017. Basta somar 2 + 0 + 1+ 7. O resultado é 1- o próximo Ano Universal.


Para saber o número de seu Ano Pessoal, você deverá somar o dia e o mês de seu nascimento ao 1. Para você entender melhor, vamos usar novamente, como exemplo, o nosso amigo Ivo da Silva. Ele nasceu em 3 de março (mês 3). Somando 3 + 3 + 1 (número do ano universal), o resultado é 7. Assim, em 2017, o número do Ano Pessoal de Ivo da Silva será 7.

Agora, calcule o número do seu Ano Pessoal e veja a quais as influências que ele poderá ter em sua vida. Devo lembrar que, na verdade, o ano de 2017 começará na realidade no dia do seu aniversário. Não se esqueça desse detalhe. O chamado Ano Novo tem início na data natalícia - e não na virada do calendário universal, em 1º de janeiro. Portanto, faça o seu cálculo e boa sorte. 


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16 de setembro de 2016

O Significado do Mantra Om Mani Padme Hum

Muita gente nem percebe, mas o meu nome espiritual - Pryom - possui duas sílabas, sendo que a segunda carrega em si, o som do universo na tradição hindu, o mantra OM. O meu nome completo possui em si mesmo mil e um significados que aqui não cabe revelar. Muitos me chamam de "Práyon"; outros escrevem "Príon" (com acento agudo no "i" e com um "n" no final); e há os que adoram chamar "Pryom" tentando imitar um afetado sotaque francês: "Pri Riôn". Parece engraçado, mas independente de todas as variações de grafia ou pronúncia, quando alguém menciona o meu nome, sou vibrado internamente. Isso também acontece quando o seu nome de batismo é escrito ou verbalizado. Os nossos nomes são mantras. São fórmulas rituais cuja recitação tem o poder de pôr em ação a influência espiritual que lhes corresponde. Assim como as orações, os nomes são sagrados e carregam a força de um sacramento de comunhão com o Cosmo.

DA LAMA NASCEM O LÓTUS

O Lama Govinda Anagarika Govinda afirmava que o real significado do mantra Om Mani Padme Hum não se esgota no simples exame de seus componentes, já que, no caso, o Todo é bem maior do que a soma das partes. 

"Da lama nasce a flor de lótus" ("Om Mani Padme Hum") é um conhecido mantra tibetano que, quando repetido com plena compreensão do seu significado, reproduz uma sensação de felicidade e liberação espiritual. Há muita verdade nessa afirmação. Analisar intelectualmente um mantra ou repeti-lo infinitas vezes não conduz ninguém necessariamente à Iluminação. Isto é particularmente verdadeiro quando falamos do Grande Mantra: ele não é um instrumento que pode ser usado para produzir determinado efeito. Trata-se, acima de tudo, de uma expressão sonora de tudo aquilo que é essencial à criação de uma expressão manifesta do Todo Universal, Deus. Eu vou tentar descrever os componentes de poderoso mantra à luz da simbologia esotérica.


A primeira palavra, OM, é o mais antigo nome de Deus. É o Bem Absoluto que não tem limites, e, no entanto é um nome completo em si mesmo. OM é o som primordial, inaudível, é o som criador a partir do qual se desenvolve a manifestação, a imagem do Verbo tão conhecido pelos cristãos. Não entendeu? Bem, imagine ouvir o som de uma flor. Ouviu? Não? Agora imagine ouvir o som de uma semente em crescimento. Conseguiu? Isto é Om. Esse "som inaudível" é o princípio universal da manifestação divina, o início de tudo.

A segunda palavra, MANI, significa o "EU", o Ego. Metaforicamente, Mani é uma pedra, um diamante em estado bruto incrustado no interior de uma caverna muito escura - o nosso coração. Mesmo em trevas, Mani é capaz de refletir a Verdadeira Luz e a natureza de Deus. Os maçons costumam chamar essa pedra primordial de "Pedra Bruta". Mani é um material informe a ser esculpido, lapidado que servirá de base de edificação espiritual. Veja nesse link uma coisa muito interessante: no Nepal, algumas aldeias costumam construir muros e paredes de pedras mani: nelas são gravadas esse poderoso mantra (foto acima). Curiosamente, tantos os antigos maçons operativos, quanto os artesãos tibetanos compartilham a mesma ideia de que as pedras (Mani) eram o símbolo de um homem a ser "burilado"

A terceira palavra, PADME, literalmente, significa "Iluminação". Mas também poderíamos chamar PADME de "jogo de luz". Para os cristãos, essa Luz poderia ser comparada ao poder transformador do Espírito Santo. É a luz do desenvolvimento espiritual. Para os maçons, PADME é a Luz que chega aos olhos depois da escuridão da Iniciação. Mani se ilumina com o Padme, ou melhor, "uma luz pulsa no interior de uma pedra". Feche os olhos e imagine uma pedra iluminada. Conseguiu? Essa Luz Divina ilumina o nosso ser Essa Luz se localiza no centro do Coração onde pulsa o OM.

A última palavra, HUM, literalmente significa "Emanação". É a combinação sonora que assimila o poder do mantra, transportando-o para todas as partes do corpo (pernas, braços, cabeça, órgãos vitais). Essa energia possibilita que o corpo físico se alimente espiritualmente e sirva, cada vez mais, de canal para que os níveis mais elevados de consciência se manifestem no plano físico. Hum é o prazer de aprender. Hum é o prazer de compreender a Natureza Divina.

Eu procurei um vídeo simples, porém muito interessante para você. Ouça e repita as palavras mágicas desse mantra - mas tente compreender o que acabou de ler acima: o significado de tudo o que escrevi está nas entrelinhas. O engraçado é que quando passamos a entender o mantra esse parece que uma estranha alegria flui cadenciada à musicalidade. Se isso ocorrer, dance mentalmente e permita-se conduzir por ele. É desta forma que começamos a transcender o nosso Ego e passamos a nos tornar, cada vez mais, como a joia no Lótus da Vida. Om Mani Padme Hum!

 


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11 de agosto de 2016

O Super-homem que se Tornou Deus

Metáfora, blasfêmia ou criatividade? Conheça os mistérios por trás de Superman, o alienígena mais poderoso do Universo.

Você deve estar cansado de saber as origens de Superman, o Homem de Aço, não é mesmo? O mais famoso alienígena dos quadrinhos nasceu em Krypton, um planeta muito distante da galáxia e chamava-se Kal-El. Enviado à Terra em um foguete por seu pai, Jor-El, antes do planeta ser destruído, o menino se salva. O bólido é resgatado por um casal de fazendeiros chamados Jonathan e Martha Kent. O bebê recebe o nome de Clark, e à medida que vai se tornando adulto, seus pais adotivos descobrem que ele possui "poderes especiais".

A ORIGEM DE UM HERÓI MITOLÓGICO

Criado por Jerry Jerome Siegel e Joseph Shuster, "The Superman" teve a sua estreia na edição da revista Action Comics, em 1938. Siegel e Shuster eram imigrantes judeus que se conheceram no início dos anos 1930, em Cleveland, EUA. Além de estudarem juntos, os rapazes desenhavam tirinhas e escreviam textos de ficção científica para um pequeno jornal da cidade. Na primeira aventura, Superman não era um herói, mas um vilão cujos poderes eram usados para manipular e dominar o planeta Terra. Nem é preciso dizer que essa ideia foi um fracasso.



Devido à falta de criatividade, os rapazes quase romperam. Até que "Superman" ganhou contornos especiais até chegar ao que hoje conhecemos como o mais famoso alienígena de todos os tempos: o Homem de Aço, salvador da humanidade. Porém, algumas curiosidades surgiram após as mudanças desse perfil. 

Dizem que na história original de 1938, os pais adotivos de Ka-El se chamavam, na verdade, Mary e Joseph. Mais interessados no retorno financeiro do novo produto do que coincidências bíblicas, os editores mudaram os nomes para Martha e Jonathan Kent. Mas mesmo assim os fans acabaram percebendo a existências de outras coincidências que faziam crer que o herói se parecia com outro homem muito especial - este não oriundo do espaço sideral - mas da Galileia: Jesus de Nazaré!

UMA FUSÃO DE ELEMENTOS SIMBÓLICOS  JUDAICOS E CRISTÃOS

Antes mesmo da sua ressurreição, existiam enormes evidências de que "Superman" e Jesus eram a mesma pessoa, ou melhor, eram personagens envoltos em uma aura messiânica. Seria o Homem de Aço uma metáfora sobre Jesus Cristo?

Nos Livros proféticos os judeus anunciavam a vinda do Messias; os cristãos logo identificaram o Messias como Jesus Cristo. Siegel e Shuster apenas deram asas à imaginação. Muitos perceberam, por exemplo, que os nomes kryptonianos do menino enviado à Terra, Ka-El, e de seu pai, Jor-El, ostentavam a terminação El, uma das dez maneiras escrever o nomes de Deus

Nos seus 78 anos convivendo entre nós, "Superman" jogou mais luz sobre essa questão (com perdão do trocadilho). Essa luz iluminou todos os filmes de Superman, - principalmente o primeiro, de Richard Donner, em 1978. Em "Man of Steel", de Zack Snyder, em 2013, as metáforas foram mais além. Eu selecionei para você algumas delas.

PARA O ALTO E AVANTE - UM DEUS QUE SE TORNOU SUPER

No primeiro filme, em 1978, "Superman, the Movie", Martha e Jonathan Kent encontram o foguete com o pequeno Kal-El que havia acabado de cair na Terra. Ao se aproximarem do estranho objeto o casal encontra um menino nu que os recebe emblematicamente de braços abertos...



Em "Man of Steel", de 2013, as comparações remetem diretamente ao Novo Testamento: lá estão Zod, seu antagonista responsável pela morte de seu pai e pela destruição de Kripton; e suas angústias existenciais impressas num Clark pouco comum - um homem de 33 anos, barbudo e atormentado por seus "demônios". 


Ao descobrir que possui um Inimigo (Zod) que possui os mesmos poderes que ele, Clark abandona seus pais e peregrina pelo mundo em busca de sua redenção. Ele nega a sua missão e teme ser responsável pelas vidas dos que estão ao seu redor. Atormentado, Clark chega a pedir ajuda a um padre. Ambos conversam sobre a Consciência Divina, sobre os Homens e os demônios internos. Toda essa sequência acontece em uma igreja onde se vê um imenso vitral com a imagem de Jesus no Getsêmani ao fundo.



Acusado pelas autoridades de destruição, Superman é preso e conduzido pelas forças militares. Apesar do seu poder ele não reage com fúria. A cena lembra bastante a condução de Jesus pelos centuriões romanos quando é conduzido à presença de Pilatos.




Próximo ao final, Superman dialoga com seu pai, Jor-El, através de uma mensagem holográfica. Este lhe revela a missão de livrar o universo da escuridão. Após compreender a missão, Superman se afasta lentamente e abre os braços num gesto muito significativo.








LIBERDADES CRIATIVAS SOBRE A ASTROLOGIA E O CRISTIANISMO 

Não se pode afirmar se o Homem de Aço é uma metáfora, uma blasfêmia ou uma bela ideia criativa. De qualquer maneira todos nós convivemos com a figura do Homem de Aço desde criança e nunca nos ofendemos por isso.
Muitas outras curiosidades envolvem a aura mitológica de Superman: o famoso "S" que o herói exibe glamorosamente em seu peito. Repare atentamente a figura ao lado onde o mesmo fica sobreposto pelo símbolo astrológico da décima segunda casa do Zodíaco. O desenho é formado por dois peixes unidos em sentido opostos e astrologicamente representam a dualidade existencial do indivíduo. Iconograficamente, os peixes poderiam ser avaliados como figuras subliminares do ICHTUS que formava um acrônimo de "Iesus Christós Theos Uios Soter" (Jesus, Filho de Deus, o Salvador). Daí as numerosas figuras simbólicas do peixe nos antigos monumentos cristãos, em particular nas catacumbas. Será que foram esses os mistérios religiosos que nos fez idolatrar esse "deus" tão carismático?


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Pryom PRYOM é Numerólogo, Médium Espiritualista e Filho de Xangô. Se quiser saber mais, clique aqui. Se gostou do blog assine para receber os próximos artigos.

13 de junho de 2016

O Oráculo das Moedas

A partir de agora, na hora de tomar uma decisão, você poderá pedir uma pequena ajuda às moedas, por meio de jogo de cara ou coroa. Esse método de adivinhação, assim como a Dominomancia, é muito simples, divertido. Embora seja conhecido na China há milhares de anos, existe, também, algumas variações deste mesmo jogo atribuídas ao povo cigano.

Para os chineses, as moedas eram consideradas o símbolo da alma humana. Embora as antigas fossem diferentes das que hoje conhecemos, as moedas possuíam duas faces, ou seja, representavam duas versões de um mesmo aspecto - a personalidade e a individualidade do homem. O símbolo do yin e yang (aquela figura dividida em preto e branco) resumiria bastante essa ideia entre a "cara" e a "coroa": duas forças opostas e complementares que se encontram em todas as coisas.


Como os estudos numismáticos, tipológicos e cronológicos são fragmentados, é muito difícil afirmar a origem desse jogo. Mas ele possui semelhanças ao conhecido jogo do I Ching, textos chineses que serviram de fonte para o taoísmo e confucionismo. Na versão do blog que você irá conhecer, serão usadas duas moedas antigas iguais. E cada uma das faces ganhará um valor: CARA VALE 3 PONTOS; e COROA VALE 2 PONTOS. Considere esse valor obtido como algo empírico. Para tirar a sorte, você deve agitar as moedas nas mãos, enquanto se concentra e faz uma pergunta mentalmente. Depois, é jogá-las numa superfície plana por três vezes seguidas. A soma dos resultados obtidos é o número que dá a resposta para a sua pergunta.


Um exemplo simples: digamos que você já jogou as duas moedas por três vezes e a primeira jogada deu CARA (3) + COROA (2) = 5; a segunda deu CARA (3) + CARA (3) = 6; e a terceira deu COROA (2) + COROA (2) = 4. A soma dos três resultados (5+3+4) é igual a 15, O número 15 corresponderá ao seu destino. 

Agora, atenção: as respostas desse oráculo são dadas de maneira simbólica. Por isso, elas podem ser adaptadas a diversos problemas, desde questões passionais até as que envolvem relacionamentos, dinheiro ou vida profissional. Assim, procure interpretar cada resultado de acordo com a dúvida que você formulou para as moedas. Utilize a sua maior ferramenta de um médium: a intuição. Antes de consultar, se você não sabe a diferença entre adivinhar e intuir, clique aqui.

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12 de maio de 2016

A Numerologia e o Significado da Inicial do seu Nome

Você sabe o que significa a inicial do seu nome? Investigar a personalidade de alguém vai muito mais além do saber o significado do nome em questão. Muitos pais nem pensam sobre isso. Preferem apensa batizar seus filhos com nomes que possuam uma sonoridade agradável, pomposa. Temos, portanto, que dar maior importância a esse grupo de letras que compõem um nome. Conhecendo o significado de cada uma das letras as decisões ficarão mais fáceis, porque os nomes têm a sua fisionomia, doce, ou amarga, boa ou ruim, fraca ou poderosa e depende de você saber usá-la.

Na maioria das vezes, o critério para a escolha dos nomes dos filhos é a apenas o gosto dos pais. Acham diferente registrar, por exemplo, Karla, com "K", do que Carla, com "C"; ou Yan, com "Y", do que Ian com "I"Wilma, com "W", do que Vilma, com "V"; Haroldo, com "H", do que Aroldo, com "A", etc. Mas se soubessem que a inicial tem muito a ver com a predestinação da pessoa, agiriam de outra maneira, pois o nome  acompanhará a criança a vida toda. 


O QUE A NUMEROLOGIA
DIZ SOBRE ISSO?

Poucos nomes são escolhidos porque significam determinada coisa. Mas o significado dos nomes são objetos de estudo na Numerologia há muito tempo, isso porque possuem forças particulares. Da mesma forma, a primeira letra dos nomes guarda características especificas e pode dizer como a pessoa é no seu dia a dia, enfim, como é a sua personalidade.

Você não tem o seu nome à toa. Tem que usá-lo no melhor do seu destino, até porque, talvez, você não saiba, mas um nome designa exatamente o que é o Ser Divino, uma Entidade Interior que compõem as letras do coração. Mas é importante se lembrar disso: além do significado encontrado, é preciso considerar, também, a hora e o dia e o ano de nascimento e - inclusive - as motivações que tivemos nos primeiros anos da nossa vida! Procure, antes de tudo, definir a palavra felicidade consultando este link. Depois que fizer isso, consulte a sua inicial e trace um perfil final. Lembre-se: nada que eu disser terá sentido se não tiver a resposta correta dentro do seu coração. Afinal, tudo depende de você! Portanto, mãos à obra!

CONSULTE A INICIAL DO SEU NOME

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