7 de janeiro de 2010

Escrituras Sagradas - parte 1


Com esse artigo farei finalmente contato com o livros religiosos que contam a saga, a fé e o heroísmo de alguns povos: judeus, cristãos, budistas e muçulmanos. Convido a fazermos um estudo esotérico sobre as religiões dos homens. 
O espiritualista - na sua universalidade - respeita e crê que todas as palavras traduzidas em todos os idiomas e culturas em forma de livros e poemas, contêm a verdade da vida e obra de Deus, O Grande Arquiteto Do Universo.


Dividirei esse estudo em vários títulos e cada um deles será enriquecido pelo seu conhecimento interior, podendo o leitor pesquisar sobre qualquer tema histórico apresentado. Se você quiser acrescentar comentários e desenvolver o assunto de modo mais profundo e acentuar o aspecto místico de cada capítulo, ficarei muito satisfeito com o resultado final. Nunca se esqueça: a abertura do Livro Sagrado, marca o início dos trabalhos e repreesenta o Código Moral que cada um de nós respeita e segue.

O Livro Sagrado representa, enfim, a fé que nos governa e estabelece uma filosofia de conduta religiosa.  É necessário interpretá-lo através da intuição. O objeto por si mesmo (matéria-prima) representa textos inspiradores dos espíritos iluminados, anjos ou da Manifestação Divina. Mas, precisamos, acima de tudo, analisar o livro no seu aspecto semiológico. Um livro fechado significa a matéria virgem, intacta.

Aberto, porém, está pronto para receber o conteúdo de quem o investiga. Um coração poderia, de certo modo, ser comparado a um livro. O livro é o símbolo da nossa vida emocional e toda vez que abrimos um Livro no início de um ritual, estamos permitindo "reescrever" nossa história. É por isso que os Livros permanecem como um dos objetos mais importantes que compõem um altar. Portanto, o leitor deverá observar que, independente do texto sagrado que ali esteja escrito, o principal texto será traduzido por Deus será aquilo que o iniciado ditará durante o rito, seja em pensamentos, atitudes ou ação. O Livro Sagrado se transforma num diário alquímico - que os alquimistas chamavam de Grande Livro da Natureza. O Código Moral proposto será, certamente, as suas atitudes perante o Criador. Ao olhar um Livro daqui para frente, pense duas vezes sobre a religiosidade que você jurou seguir. Não é fácil.

Espero que tenha entendido essa primeira parte. Passaremos, a partir de agora a conhecer alguns livros que fazem parte da nossa Iniciação Religiosa. Em artigos futuros voltarei a esse importante assunto.

Namaste!

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